quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Meus Livros <3

tava vendo LJ da morguenha e da bruh e decidi fazer também. mesmo que ninguém vá ler =P
mas fica aí gravado, pra quando um dia eu precisar da minha listagem de livros

vou postar segundo minha organização nas prateleiras/estante:


ganhados

comprados
roubados
os roubados da minha própria mãe, já que teoricamente eles pertencem à casa, mas ficam no meu quarto e sou eu quem regulo os empréstimos.

Romances Adolecentes

1) Diário de V - Debra Kant LI
2) Crepúsculo - Smeyer LI
3) Melancia - Mariean Keyes LI
4) O segredo de Emma Corrigan - Sophie Kinsella LI
5) Altar Ego - Kathy Lette LI
6) Os delírios de consumo de Becky Bloom - Sophie Kinsella LI
7) Delírios de consumo da 5ª avenida - Sophie Kinsella LI
8) As listas de casamennte de Becky Bloom - Sophie Kinsella LI
9) O diário da Princesa - Meg Cabot LI de uma amiga
10) Ídolo Teen - Meg Cabot LI
11) Garoto encontra Garota - Meg Cabot LI
12) Hell - Lolita Pille LI

Preferidos ou algo assim. Talvez sejam os mais bem tratados ou... sei lá.

13) Feliz ano velho - Marcelo Rubens Paiva LI roubado do meu irmão
14) O rei do inverno - Bernard Cornwell LI
15) O Inimigo de Deus - Bernard Cornwell LI
16) Excalibur - Bernard Cornwell LI
17) O último reino - Bernard Cornwell LI
18) A menina que roubava livros - Markus Zusak LI
19) Eu sou o mensageiro - Markus Zusak LI
20) A sombra do vento - Carlos Ruiz Zafón LI
21) O guia do mochileiro das Galáxias - Douglas Adams

Harry Potter/Jostein Gaarder. Sim, é assim que se chama essa prateleira

22) Harry Potter e a Pedra Filosofal LI
23) Harry Potter e a Câmara Secreta LI
24) Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban LI
25) Harry Potter e o Cálice de Fogo LI
26) Harry Potter e a Ordem da Fênix LI
27) Harry Potter e o Enigma do Príncipe LI
28) Harry Potter e as Relíquias da Morte LI
29) O mundo de Sofia - Jostein Gaarder NÃO LI
30) O dia do Curinga - Jostein Gaarder LI
31) Vita Brevis - Jostein Gaarder LI
32) Através do espelho - Jostein Gaarder LI
33) Ei! Tem alguém aí? - Jostein Gaarder LI

Na estante, numa ordem mais ou menos aleatória. Uns clássicos, literatura brasileira, auto-ajuda e tals.

34) O importante é cativar(-se) - Carlos Afonso Schmitt NÃO LI
35) Longe é um lugar que não existe - Richard Bach LI
36) Minhas memórias de Lobato - Luciana Sandroni LI
37) O apanhador de sonhos - Stephen King NÃO LI
38) Almanaque anos 80 - Luiz André Alzer e Mariana Claudino LI
39) Meu livro de histórias biblicas NÃO LI TODO
40) Terapia do bem-estar - Cherry Hartman LI
41) Um certo capitão Rodrigo - Erico Verissimo LI da biblioteca =X
42) Nosso lar - Francisco Cândido Xavier NÃO LI
43) O cortiço - Aluísio de Azevedo LI
44) O velhor e o mar - Ernest Hemingway LI
45) O melhor da poesia brasileira - Drummond, Manuel Bandeira, João C. de Melo Neto, Vinicius de Moraes da biblioteca
46) A moreninha - Joaquim Manuel de Macedo
LI
47) Os homens são de Marte e as mulheres são de Vênus - John Gray NÃO LI da minha tia
48) Cinco semanas num balão - Julio Verne LI
49) O xangô de Baker Street - Jô Soares NÃO LI
50) Dona Flor e seus dois - Jorge Amando Gabriela cravo e canela - Jorge Amando NÃO LI
52) Tieta do Agreste - Jorge Amando NÃO LI
53) Dona Flor e seus dois maridos - Jorge Amando NÃO LI
54) Capitães da Areia - Jorge Amando LI
55) O testamento - Tom Torpor LI
56) Cisnes Selvagens - Jung Chang LI da minha tia
57) A casa da floresta - Marion Zimmer Bradley LI
58) A queda de Atlântida I - Marion Zimmer Bradley NÃO LI
59) A queda de Atlântida II - Marion Zimmer Bradley NÃO LI
60) Paranóia - Stella Carr NÃO LI da professora
61) Abolição, um suave jogo político? - Leonardo Trevisan LI
62) Contos de amor rasgados - Marina Colasanti LI
63) Meninas boas vão para o céu. As más vão à luta - Ute Ehrhardt NÃO LI da minha tia
64) Minutos de Sabedoria - C. Torres Pastorinho LI
65) Mau Começo - Desventuras em Série - Lemony Snicket LI
66) Alice in Wonderland - Lewis Carrol LI
67) King Arthur - D K Swan LI
68) The three musketeers - Alexandre Dumas LI
69) A dama das Camélias - Alexandre Dumas LI
70) Pequeno livro do amor alemdalenda - H. Glaves LI
71) Auto da Compadecida - Ariano Suassuna LI
72) Inteligência emocional - Daniel Goleman NÃO LI


UOW, eu tenho muitos livros *0* Sem contar os didáticos. Eu ainda leio e consulto alguns do ensino médio =D E os dicionários também estão fora e tals. Mas, é basicamente isso mesmo. E eu já li quase todos, isso é bom. E já li quase todos maus de uma vez também. Isso mostra que se eu tivesse mais dinheiro teria mais livros, pq tempo eu tenho =/
E tenho poucos livros ganhados também, aceito presentes, sempre.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Resenha do livro Jornalismo 2.0

O mundo de possibilidades que é a Internet está ao alcance de qualquer brasileiro atualmente. Mas, como disse Ziraldo: “A Internet é fundamental, porque toda a informação está lá. Agora, se você não sabe ler, se não tem curiosidade, de que adianta aquele presente dos deuses?” Antes de mero entretenimento, um computador conectado a outros serve como um ponto de encontro, de troca de experiências, informações, idéias. E, se jornalismo nada mais é do que essa comunicação em mão dupla, a Internet possibilita maior colaboração do leitor e mais agilidade ao postar e corrigir notícias.
Para jornalistas, principalmente os em formação, que terão de inevitavelmente migrar para a Internet, Jornalismo 2.0 de Mark Briggs, é um ótimo guia. Não só para quem pretende postar notícias online, mas também para quem precisa saber onde buscar informações seletas o mais rápido possível.
O livro começa no básico, ensinando siglas e outras nomenclaturas que costumam afastar muitos internautas. Mas, com uma linguagem simples e didática, o autor chega a dialogar com quem lê e tende a ser imparcial. Quando, por exemplo, escreve sobre navegadores, Briggs indica vários e lista suas vantagens e desvantagens. Ao final de cada capítulo, ele sugere um série de atividades que devem ser realizadas na prática e incita o leitor a treinar sempre.
As lições de Mark Briggs não se restringem à Internet e seus sites e recursos. Ele também nos apresenta gadgets e como eles podem funcionar a nosso favor; ensina a filmar, fotografar, a fazer edições simples. Um notebook, Câmeras digitais, celulares com diversas funções ou um gravador podem fazer de um simples jornalista um mojo (jornalista móvel).
Enquanto uma matéria para televisão exige muitos equipamentos e uma grande equipe por trás - o que dificulta a locomoção - o mojo digital, com os equipamentos certos, produz em tempo real. A escrita no jornalismo digital também é dinâmica. Os leitores, atualizados e flexíveis, não temem mudanças e gostam de textos leves, coloquiais e criativos. E é isso que incentiva Briggs.
Ao disponibilizar o e-book gratuitamente, o autor reafirma que a internet deve ganhar cada vez mais seu espaço do dia-a-dia do homem moderno.
O que pode ser um empecilho para quem pretende visitar os sites indicados pelo autor é que alguns só existem em versões em inglês. Aliais, quem se aventura na Internet corre o risco de esbarrar em barreiras linguísticas. Assim, seria útil uma versão da lista com sites nacionais importantes.
Briggs encara a Internet como o hoje - afinal ela já está por aqui há décadas - e não como amanhã; ele a vê como uma fusão de local de trabalho e lazer. E, ao encará-la assim, um jornalista só pode ter a ganhar.

JORNALISMO 2.0 Como sobreviver e prosperar

Um guia de cultura digital na era da informação
Ano de Edição: 2007
Autor: Mark Briggs
Número de páginas: 134
Uma iniciativa J-Lab e da Knight Citizen News Network

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Crônica sobre um bar

A vida é cheia de problemas. O meu é morar em cima de um bar. E talvez quem freqüente um não tenha parado para pensar sobre as desvantagens em se morar perto de um lugar tão divertido. Até porque o que alguém menos quer em um bar é pensar.

De baixo, lá do reduto dos boêmios, sobem vapores de fumaça, cheiro de fritura e conversas de estranhos. E risadas, muitas. O que pode entristecer alguns numa noite solitária de insônia forçada.

Além disso, existem os bêbados, que talvez seja o maior problema. Acredite-me, encontrar um aos pés da sua escada às seis da manhã não é tão engraçado como fazem parecer nos filmes. O que resulta de uma noite de bebedeiras é o caos. Restos de comida no chão, cacos de garrafas, às vezes um pouco de sangue tirado numa briga e claro, vômito. Como eu disse, o caos.

As vagas de estacionamento são outro dilema. Quem sob efeito do álcool se importa com uma placa débil de proibido estacionar? Sem contar as cadeiras, cada vez mais espalhadas há medida em que os clientes chegam. Mas todo mundo precisa de bebida. Ela acaba com as frustrações, as interrogações, as recordações.

Em cima de um bar pode morar qualquer um. Há a vizinha solteirona que não conseguiu “vencer na vida”, os recém casados que vieram da periferia e os universitários. Se você trabalha em horário comercial, um bar com certeza não é indicado para você. Mas o aluguel barato faz tudo valer a pena, certo?

Se engana quem pensa que a vizinhança não é tão privilegiada no fim das contas, apesar de todos os problemas. Afinal, há sempre a bebida para a afogar as mágoas, petiscos para forrar o estômago e um garçom tão despercebido quanto você para jogar conversa fora. E assim a vida - cheia de problemas - segue.


Amanda Morais

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O senhor do Inverno - Bernard Cornwell

Artur, um dos maiores heróis de todos os tempos, é despido pelo inglês Bernard Cornwell de todas as lendas que envolvem sua figura mitológica. O senhor do Inverno, assim como os outros livros da trilogia As crônicas de Artur, é narrado pelo jovem saxão Derfel Cadarn, criado pelo excêntrico e ferino druida Merlim. Mais tarde Derfel se torna um dos melhores guerreiros e amigos de Artur, e através de seus olhos podemos presenciar com crueza cenas e batalhas históricas e esbarrar com figuras como Guinevere, Lancelot e Morgana. Mesmo sendo descrito como o homem mais poderoso do século V, Artur nunca foi consagrado rei, porque era filho bastado do Grande Rei da Britânia e do condado da Dummonia, Utred. Quando seu pai morre, ele é nomeado conselheiro principal de seu sobrinho Mordred, herdeiro legítimo.

Apaixonado por História, Bernard Cornwell conta a história de Artur embasado em descobertas arqueológicas recentes. Derfel o ajuda a retratar esse guerreiro complexo, que mesmo ansiando a paz na Britânia, era um comandante e estrategista nato. As batalhas sangrentas enfrentadas pelos personagens são ricas em detalhes e primordiais para o livro. Por que a guerra é o que move esses homens, mesmo com todos os esforços em pacificar a Britânia para o reinado de Mordred. O narrador em primeira pessoa dá um toque pessoal e parcial à história e emociona o leitor, o aproximando dos personagens.

Além dos invasores saxões, Artur e seus guerreiros têm que enfrentar outro inimigo: o cristianismo. O livro, narrado em dois momentos, mostra dois “Derfels”, um jovem apaixonado pela guerra e pelo lendário Artur e um monge isolado, que, mesmo renegando sua origem pagã, ainda reluta em crer no cristianismo. Algumas passagens do livro, principalmente colocadas na boca do descrente Artur – que não apoiava nem os druidas nem os padres cristãos – provocam essa religião que tolhia e culpava guerreiros que faziam o que bem entendiam e costumavam acreditar nos antigos deuses da Britânia. O senhor do Inverno é o mais fiel relato da história de Artur e quem gosta de História e batalhas homéricas não pode perder.

(Amanda Morais de Assunção)

Twitter, o que você está fazendo conosco? - Parte 2

A Magia do Twitter

Quem já acessava a internet em 2005 presenciou a explosão de outro site de relacionamentos no Brasil, o Orkut. E, à medida que mais pessoas se cadastravam, maior era a atenção voltada para ele. Haviam reportagens de capa em grandes revistas e previsões (algumas fatalistas)
de como o site influenciaria os jovens, seu público-alvo.
Com o Twitter, não é diferente. As novidades que surgem na internet costumam causar certo temor nos mais tradicionalistas. A linguagem de internet, com suas abreviações e siglas, já foi pauta de muitas reportagens, algumas até prevendo o fim da língua portuguesa. O blog, com sua escrita rápida e descompromissada, também assustou muita gente. É o mesmo que acontece com o Twitter hoje.
É certeza que alguns valores culturais se perderão nesse caminho, e que sempre que um meio de comunicação ou um produto cultural surgir, irá se especular sobre seu impacto. Resta esperar que, assim como o Orkut e a blogosfera, o Twitter seja superado.

O que ele está fazendo conosco?

Ele pode não ter um uso muito claro e definido. Mas, a facilidade de acessar o Twitter de qualquer lugar faz com que a maioria das notícias sejam anunciadas primeiro no site. Por serem curtas, as mensagens podem ser passadas e repassadas rapidamente. É essa facilidade que assusta quem acaba de conhecê-lo. Quem usa o site apenas para responder à sua pergunta original, pode soar meio histérico. O bom uso aperfeiçoa qualquer invenção. No caso do Twitter, um exemplo é o concurso 140 Letras. Saber utilizar das vantagens do site, o otimiza e diminui seu caráter fútil.
O bom-senso, ao saber escolher o que tornar ou não público e quais informações são realmente relevantes deve existir não só no Twitter, mas em toda a internet. E a vida real também nos exige escolhas sensatas.
Esse alarde em torno de um site de relacionamentos, seja talvez por se tratar justamente de um lugar onde as pessoas se encontram para trocar informações.
“A Internet é fundamental, porque toda a informação está lá. Agora, se você não sabe ler, se não tem curiosidade, de que adianta aquele presente dos deuses?” disse Ziraldo.

Repórter: Amanda Morais de Assunção
Jornalismo 1°/2009

Fontes:
o twitterbrasil.org
o pt.wikiquote.org
o sedentário.org
o Charge 1.2 de Vic Matos (rabiscopop.wordpress.com)
o Gráficos da Época Online (revistaepoca.globo.com)


Twitteiros: @mandyxd - A Repórter
@rapousa - Andreia Andrade
@vicmatos - Ilustrador
@rafinhabastos
@140letras
@climatemponews

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Atlantis enviada para reparar o Hubble

A última manutenção do telescópio mais popular do mundo começou hoje com o lançamento da nave Atlantis

O ônibus espacial Atlantis e seus sete tripulantes decolaram nesta segunda-feira (11) para reparar o telescópio Hubble. O lançamento foi às 14h01 do horário local no Centro Espacial Kennedy, Flórida, EUA. Ele orbitará a Terra durante onze dias a 563 quilômetros de altitude.

Os astronautas planejam cinco dias consecutivos de trabalho para instalar duas câmeras, reparar alguns instrumentos científicos e substituir baterias do telescópio. A missão é arriscada devido ao perigo de um meteorito se chocar contra a aeronave. "Se conseguirmos, o Hubble será mais potente e mais forte do que nunca e funcionará pelo menos até 2014", explicou à imprensa Ed Weiler, diretor de missões científicas da Nasa.

O telescópio Hubble foi lançado em 1990 e desde então enviaram cinco equipes para manutenção. "Nesta missão, estamos indo para os defeitos", disse o cientista de projetos do Hubble, David Leckrone.

Esse é o primeiro vôo que não é destinado à Estação Espacial Internacional desde 2003, quando a nave Columbia explodiu antes de aterrissar.

Amanda Morais e Paulo Aguiar

domingo, 10 de maio de 2009

Twitter, o que você está fazendo conosco? - Parte 1



Você já ouviu falar em microblog? Pois esta é a proposta inicial do Twitter, um site que é a nova sensação na web. Quem se cadastra possui um limite de 140 caracteres - mais ou menos o mesmo número do de mensagens de celular – e originalmente deve responder à seguinte pergunta: O que você está fazendo?

Com um pouco mais de três anos, – ele foi criado em 2006 pela Obvious Corp. - o Twitter já possui mais de seis milhões de adeptos.


Para que serve?

Apesar de à primeira vista parecer banal, o Twitter disponibiliza serviços diversos online. No pequeno espaço que o site oferece os usuários podem encontrar desde previsões do tempo com a ClimaTempo, até participar de concursos de microcontos.

O humorista Rafinha Bastos, segundo colocado no ranking nacional de mais populares, sorteia ingressos para seus espetáculos semanalmente. Em sua segunda edição, o concurso de microcontos 140 Letras premia os vencedores com livros.

O site não desaponta até mesmo os ávidos por escândalos envolvendo celebridades. O mais recente é o fim de um namoro “causado” justamente pelo vício no Twitter. A atriz americana Jennifer Aniston, famosa por protagonizar o seriado Friends, não recebeu durante um fim de semana notícias ou ligações do namorado, John Mayer. Mas, ao visitar o Twitter, descobriu que o blog dele estava sendo atualizado constantemente.


Privacidade

Assim como o cantor John Mayer, muitos outros famosos frequentam o site – desde o presidente americano Barack

Obama até Britney Spears. O contato direto com os fãs funciona bem e tem alcance mundial. Porém, o bombardeio de informações e a superexposição nem sempre são benéficos.

Tanto que meros anônimos estão sujeitos a se tornarem celebridades instantâneas sem nenhum talento aparente. São essas celebridades que aparecem na internet e que somem com a mesma velocidade que apareceram.

Se com a internet a vida privada passa a ser pública, no Twitter a exposição é ainda maior. Até porque o site é acessível até pelo celular. A estudante carioca Andreia Andrade decidiu manter os amigos informados sobre sua viagem à Europa através do Twitter. Diariamente ela postava fotos ou twitava (veja glossário abaixo 2.1) algo que via durante sua estada de 20 dias no Velho Continente. Seus amigos puderam acompanhá-la, por exemplo, durante um passeio de barco em Veneza, e qualquer estranho também poderia, bastava acessar o site.


Cultura Pop

O site possui até linguagem própria e já está atrelado à cultura pop. Tanto que, como dito anteriormente, até celebridades aderiram à idéia.

Talvez para quem cresceu trocando cartas, com textos maiores e elaborados, ou telefonemas, onde o contato é mais direto, o Twitter possa parecer fútil. Mas, para quem vive essa agitada rotina do século 21, manter contato, mesmo que com poucas palavras, já é o bastante.

Uma opinião muito comum é a de que a Cultura Pop tende a ser superficial e cada vez mais simplista e vazia. Criada por uma indústria cultural (cinema, TV, internet, etc.) que busca apenas o consumo desenfreado. Porém, a cultura popular não pode ser descrita como imposta por essa indústria, pois seus “produtos” são resultado de uma contínua interação entre os consumidores.

Isso é exemplificado com o Twitter, site em expansão desde sua criação. Seu crescimento é grande porque há demanda.

Tal como o MSN ou o Orkut quando surgiram no Brasil – ou o Facebook e o MySpace nos EUA - o site é um fenômeno. O Twitter aparece cada vez mais nos meios de comunicação. Mas, por que esse fascínio?